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Ginecomastia, o aumento de mamas no homem



Hoje vamos abordar um tema e condição que afeta e constrange muitos homens, a ginecomastia. Definida como o aumento de tecido mamário em homens, pode ser de dois tipos, a verdadeira, em que o aumento das mamas se dá devido a proliferação do tecido glandular, e a pseudoginecomastia, causando pelo acumulo de gordura.

Clinicamente notamos a feminilização da mama, que pode afetar um ou os dois lados. Isso afeta psicologicamente os adolescente e adultos jovens, que evitam frequentar locais em que exponham a condição, como piscinas, praias, atividades físicas, entre outros. Por muitas vezes esses indivíduos optam por roupas largas e uso de mais de 1 peça de camisa afim de disfarçar a proeminência torácica. As consequências psicológicas são enormes, com baixa autoestima, perda da auto confiança e isolamento social.

A ginecomastia é dividida em 4 graus ou estágios, sendo o primeiro devido a pequeno aumento de glândula mamária e o ultimo o excesso glandular, gorduroso e de pele.

As causas são as mais diversas, como uso de anabolizantes (bombas) para crescimento muscular, medicações diversas, cirrose hepática, câncer de testículos, entre outras. No entanto a maioria dos casos é idiopática, ou seja, sem causa definida. É sempre importante procurar um médico para investigação clinica antes de realizar o tratamento.

O tratamento consiste em afastar o fator causador, caso seja possível defini-lo. Entretanto muitas vezes isso não permite o restabelecimento da anatomia normal, sendo assim indicada a cirurgia plástica. A cirurgia proposta depende do grau de acometimento, podendo ser realizada retirada do excesso gorduroso através de lipoaspiração e complementada com a retirada cirúrgica da glândula mamaria. As cicatrizes são poucos perceptíveis e bastante discretas.

Em graus mais avançados é necessária a realização de mamoplastia, com retirada da gordura, glândula e excesso de pele, promovendo cicatrizes maiores. A recuperação é tranquila, com rápida volta as atividades habituais. Não há necessidade de internação hospitalar.

Conhece alguém que possa ter esse problema? Converse e convença-o a procurar ajudar.

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