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O interesse por cirurgias e procedimentos estéticos é grande e crescente no Brasil, mesmo não sendo um país rico. O desejo de corrigir ou melhorar aspectos físicos esbarra muitas vezes na parte financeira, que pode impedir ou postergar a realização da sonhada cirurgia. Por isso hoje vamos explicar a parte financeira da cirurgia plástica.

É importante ressaltar que cirurgia é um serviço e não um produto.

Diferentemente de um produto, não é simples comparar cirurgias entre diferentes profissionais. Um celular, por exemplo, será o mesmo se comprado no Brasil ou na China. Já uma mamoplastia terá resultados e meios diferentes se for realizada pelo Dr. Fulano ou Dr. Ciclano. A simples comparação de preços não pode ser o principal fator de decisão para realizar o procedimento.

O custo da cirurgia envolve a parte hospitalar (medicação, material cirúrgico, diária), honorários da equipe médica (cirurgião principal, cirurgião auxiliar, anestesista, instrumentador) e material especial se necessário (implante de silicone por exemplo). Nos honorários médicos já estão inclusos os curativos, retornos e todo acompanhamento pós-operatório. Procedimentos mais demorados e complexos exigem maior tempo e dedicação tanto da equipe quanto da parte hospitalar.

Com a popularização das cirurgias estéticas os custos caíram bastante, sendo acessível para muitas pessoas. Antigamente cirurgia plástica era coisa de gente rica e famosa. Mas isso mudou, hoje o Brasil alterna com os EUA a liderança no ranking mundial de cirurgias realizadas, mesmo tendo uma população numericamente e economicamente inferior aos EUA. Facilidades no pagamento como parcelamentos e cirurgias programadas impulsionam esse movimento.

Devemos diferenciar valor e preço. Valor é aquilo que você leva, preço é o que você paga. É possível pagar um alto preço e obter um valor baixo e vice-versa. Muitas vezes olhamos somente para o preço enquanto deveríamos focar realmente no valor.

Uma cirurgia com sucesso deve obter resultados satisfatórios, além disso é fundamental garantir a máxima segurança, atenção e cuidados médicos, ambiente adequado, sendo uma experiência agradável durante todo o processo.

Preço muito abaixo da média do mercado pode ser um sinal de alerta. Profissional não qualificado, material de má qualidade, ambiente inapropriado, etc.

O preço é importante, mas o valor é fundamental. Com disciplina é possível atingir o sonho da cirurgia desejada.

O verão chegou e traz consigo temperaturas mais quentes, maior tempo de exposição solar e mais riscos a nossa pele. As férias escolares também tornam mais comuns as idas a praia, piscinas, esportes ao ar livre e dá-lhe sol!

O efeito da radiação solar sobre a pele pode causar problemas agudos, como    queimaduras leves e até graves, e principalmente danos crônicos, como envelhecimento e câncer de pele.

Não é preciso evitar completamente o sol e se tornar antissocial ou vampiro, para isso temos alguns aliados para enfrentar os malefícios do sol. Horários de temperatura mais amena, como início da manhã e final da tarde, são melhores. O uso de óculos de sol e roupas especiais são aconselhados. Mas o principal aliado é o protetor solar.

Recomendamos o uso diário nas áreas mais expostas como rosto, mãos e orelhas. Mas não adianta simplesmente usar, tem que usar corretamente. Ao lado listamos a maneira correto de usar e alguns dos erros mais comuns.

Como usar o protetor solar:

  • Aplicar pelo menos 15 minutos antes de sair no sol.
  • Usar diariamente.
  • Usar a quantidade de 1 colher de chá para rosto e cada braço,2 colheres para tronco, costas e cada perna.
  • Usar o FPS correto, segundo recomendação do dermatologista (preferivelmente acima da 30 fps).

O que não fazer:

  • Esquecer de reaplicar após entrar na agua ou suar.
  • Não checar a data de validade e usar produto vencido.
  • Usar pouca quantidade ou FPS baixo.
  • Esquecer de passar nas orelhas, pés, mãos e outros locais menos comuns.
  • Usar somente durante ou verão ou na praia. Em um país tropical como o nosso devemos usá-lo durante o ano todo, até no inverno.
  • Usar bronzeadores caseiros que podem causar queimaduras severas.

Repetindo aquela famosa propaganda/palestra, “seu eu pudesse te oferecer apenas um conselho, protetor de sol seria ele”. Aproveite o verão, curta o sol, mas além de tudo, cuide-se! Boas férias e bom verão.

Lipoaspiração sem cortes ou lipoenzimática são nomes para descrever o procedimento que se propõe a tratar gordura localizada através da injeção de enzimas que dissolvem a gordura proporcionando redução de medidas e melhor contorno corporal. Mas isso funciona?

A resposta é sim! Mas calma, os melhores resultados são alcançados quando tratamos pequenas áreas e gorduras bem localizadas, como a papada em baixo do queixo ou gordura pré-axilar (aquela entre as mamas e axila, que pula do sutiã).

Diferentes tipos de produtos podem ser combinados para causar a quebra e eliminação da gordura. A escolha correta e qualidade são imprescindíveis para obter-se o resultado almejada. Há inúmeras substâncias sem comprovação cientifica e que podem causar complicações como necroses e infecções sendo ofertadas no mercado.

O procedimento é feito no consultório e demora cerca de 15 minutos. Através de uma fina agulha são feitas aplicações das enzimas no local previamente preparado e anestesiado. As sessões são realizadas com intervalos de algumas semanas entre si e geralmente recomendamos de 3 a 5 sessões. Nos primeiros dias o local pode ficar roxo e dolorido, por isso recomendamos evitar exposição ao sol e exercícios físicos. Não há necessidade de repouso.

Para grandes e múltiplas áreas com abdômen, flancos e costas a lipoaspiração tradicional, realizada no hospital, proporciona melhores resultados, sendo mais recomendada.

A aplicação de enzimas para redução de gordura é um procedimento seguro e efetivo contanto que bem indicada e realizada.

 

Muita gente tem vontade de realizar algum procedimento em cirurgia plástica mas esbarra no medo da anestesia. Histórias de anestesias que “não pegaram”, de gente que ficou acordada e viu tudo durante a cirurgia, além dos riscos envolvidos e algumas más experiências previas assustam. Vamos esclarecer brevemente sobre os tipos de anestesias e quebrar alguns mitos envolvidos.

Assim como toda a medicina a anestesia continua evoluindo rapidamente, promovendo resultados melhores e mais seguros. Novas tecnologias e drogas possibilitam menos efeitos adversos, menores riscos e mais qualidade da anestesia tanto para o médico anestesiologista, cirurgião e principalmente para o paciente.

Cada anestesia é planejada cuidadosa e individualmente, avaliando dados do paciente e do tipo de cirurgia. Doenças existentes, medicações em uso, idade, peso são considerados, além do tipo e tempo de cirurgia.

Os tipos mais comuns de anestesia são:

  • Anestesia local: Usada principalmente para procedimentos realizados em ambiente ambulatorial e consultório, não causa perda da consciência e amnésia. O anestésico inibe a sensação de dor no local aplicado e por isso é muito utilizado para pequenos procedimentos, como retirada de pinta, cistos, tumores de pele, extração de dente, entre outros. O paciente tem alta imediatamente após o procedimento.
  • Sedação + local: Juntamente com a anestesia local descrita anteriormente é realizada aplicação de medicamentos tranquilizantes, que causam sonolência, tranquilidade e amnésia. A alta pode ser realizada algumas horas após o procedimento, sendo utilizada em cirurgias de pequeno e médio porte, como blefaroplastia (pálpebras), rinoplastias (nariz), tumores extensos, etc.
  • Raquidiana: Conhecida como raqui é realizada através de uma punção nas costas, em que a agulha penetra a medula espinhal onde é colocada a medicação junto ao liquido espinhal (vai até o cérebro) provocando a ausência da dor e dos movimentos abaixo da área atingida. Usada em cesarianas, cirurgias de membros inferiores, abdominoplastia, lipoaspiração e até em cirurgias da mama.
  • Peridural: Semelhante a raquianestesia difere pelo local onde o anestésico é depositado, na região ao redor do canal espinhal, e não dentro. Promove a perda do estimulo doloroso sem causar a perda da mobilidade. Usada em plásticas abdominais, lipoaspiração e cirurgias das mamas.
  • Anestesia geral: Medicamentos aplicados por via inalatória e/ou venosa promovem a anestesia do corpo todo, sendo necessária a intubação traqueal para que o paciente respire com ajuda do respirador mecânico. Apesar da fama de ser a mais perigosa é nesse tipo de anestesia que o anestesiologista tem maior controle do paciente, controlando a pressão e frequência cardíaca, além de muitos outros parâmetros fundamentais. Cirurgias mais longas, pacientes mais graves requerem esse tipo de anestesia.

 

O medo de cicatrizes aparentes e inestéticas faz com que muita gente deixe de realizar cirurgias desejadas e modifiquem aspectos de seus corpos que as incomodam. Não é segredo que todo procedimento cirúrgico deixa marcas apesar de buscarmos sempre fazer com que elas sejam cada vez menores e mais escondidas. Importante ressaltarmos que primeiramente temos uma ferida, que tratada corretamente promove uma cicatrização sadia e esteticamente adequada, sendo muitas vezes quase imperceptível.

Diversos fatores influenciam no aspecto final da cicatriz:

• Tipo de ferimento: Cicatrizes cirúrgicas evoluem melhor do que as acidentais por serem planejadas, corretamente posicionadas e realizadas em ambiente adequado com menor contaminação e riscos.

• Local: Cada área do corpo cicatriza diferentemente. Locais com maior tensão (menos pele) apresentam resultados estéticos piores, como cotovelos e joelhos. Pálpebras, por exemplo, tem uma excelente recuperação.

• Infecção: A primeira medida em qualquer tipo de ferimento é evitar contaminação e sujeira prevenindo infecção. A limpeza com água, sabonete e antisséptico é fundamental.

• Idade: Crianças e idosos apresentam cicatrizes de melhor aspecto estético devido a uma reposta inflamatória menor.

• Doenças: Diversas doenças não controladas podem atrapalhar o processo cicatricial, como a diabetes, má circulação, etc.

• Alimentação: A desnutrição impede o fechamento de feridas. Devemos realizar uma dieta balanceada, rica em vitaminas A e E além evitarmos a ingesta de alimentos inflamatórios.

• Tabagismo: O cigarro diminui a oxigenação dos tecidos sendo fator de risco para necroses, infecções e dificuldades de cicatrização.

• Técnica cirúrgica: O manejo delicado dos tecidos, escolha correta de fios e tipo de sutura são fundamentais no resultado.

• Roupas: O uso de malhas compressivas ajuda no remodelamento cicatricial, especialmente em queimaduras.

• Exposição solar: Recomendamos evitar o sol nos primeiros meses além do uso diário de protetores químicos e mecânicos. A irradiação solar tende a escurecer a cicatriz.

• Fitas, cremes e pomadas: A principalmente preocupação de quase todos os pacientes é qual pomada usar. Existem no mercado várias formulações com diversos princípios ativos, alguns com comprovada eficácia e outros apenas propaganda. Mas não há a melhor pomada, aquela que clareia a cicatrizes escuras, afina as largas e até tira rugas. Medicamentos a base de silicone e corticoides (inibem a proliferação de tecido cicatricial) são os mais utilizados e podem ser aplicados através de cremes, fitas ou até mesmo injeções.

Cada anormalidade da cicatrização deve ser tratada especificamente, considerando o tempo da cirurgia, tipo de pele e evolução até o momento. Por isso é imprescindível realizar os retornos médicos tardios, uma vez que a cicatriz final pode demorar até mais de 1 ano para ser atingida.

O tratamento e prevenção da má cicatrização devem ser iniciados antes do procedimento cirúrgico ou tão logo após o trauma ocorra, entretanto há tratamentos eficazes para as cicatrizes e sequelas tardias.

Cicatrizes patológicas, como hipertróficas e queloides, requerem um tratamento especial e complexo e já tema da nossa coluna aqui na revista em 2018. No site é possível conferir esta e outras matérias anteriores.

 

 

 

A gordura submentoniana (em baixo do queixo) é motivo de incômodo em homens e mulheres, fazendo com que a face fique mais redonda, sem definição, com aparência cansada e de sobrepeso. Apesar de ser comum em pacientes acima do peso e com idade avançada pode ocorrer também em jovens e pessoas com peso adequado.

A boa notícia é que essa gordurinha pode ser tratada de maneira relativamente simples e segura, com ótimos resultados. O tipo de tratamento depende do grau de acometimento. Aqui iremos listar os mais comuns partindo do mais simples para o mais complexo.

• Lipo enzimática: Através de pequenas injeções é aplicada uma enzima que irá dissolver a gordura local. Realizada no consultório médico, sem necessidade de repouso. Pode ser necessário realizar várias sessões para atingir o resultado desejado.

• Lipoaspiração: Com uma cânula fina a gordura é sugada e eliminada. Realizada sob anestesia local. Não necessita de múltiplas sessões ou repouso. O temor de sobrar pele e flacidez é injustificado. O procedimento, quando bem indicado e realizado, promove retração da pele

• Lifting cervical/facial: Indicado principalmente para os casos mais avançados em que há flacidez. É realizado em ambiente hospitalar sob anestesia. É realizada a retirada do excesso de gordura e pele, além da plicatura (amarração) dos músculos da região.

O inverno acabou e trouxe a primavera, elevando as temperaturas e o constrangimento de quem sofre com a transpiração excessiva. O suor é uma estratégia que o organismo utiliza para baixar a temperatura corporal e eliminar impurezas, porém quando ocorre de maneira exagerada e ocasiona repercussões negativas pode ser considerada como doença, conhecida por hiperhidrose.

Essa condição atinge de 2 a 3% da população mundial, independe do sexo, porém menos da metade das pessoas procuram ajuda médica. Axilas e mãos são as regiões mais acometidas, mas o rosto, costas e pés também podem ser acometidos.

Situações que causem estresse físico, psicológico, nervosismo podem desencadear a piora do quadro e o aumento da transpiração. Os sintomas podem variar desde as “pizzas” em camisas até gotejamento de suor pelas mãos, que impede o paciente de escrever e realizar trabalhos manuais. Muitos referem que quando percebem que começam a suar, aí é que o suor piora. Chamamos a isso de “Síndrome do gatilho da hiperidrose”

O tratamento depende da região e gravidade dos sintomas.

• Para os casos mais leves é sugerido uso de roupas de algodão que deixam a pele “respirar” melhor e de desodorantes e cremes a base de cloreto de alumínio, para diminuir a sudorese através da oclusão dos canais do suor.

• Os demais casos podem ser tratados com toxina botulínica (botox) que diminui a atividade das glândulas sudoríparas e tem duração média de 8 a 12 meses. O procedimento é feito no consultório com retorno imediato as atividades habituais. O resultado começa em cerca de 4 dias.

• O tratamento definitivo para os casos mais graves deve ser cirúrgico, através de um procedimento chamado de simpatectomia em que o nervo que estimula a eliminação de suor é cortado. A lipoaspiração superficial também pode ser utilizada para reduzir as glândulas produtoras de suor.

Suor não deve ser um problema e fonte de constrangimento. Procure ajuda médica.

Hoje vamos abordar um tema e condição que afeta e constrange muitos homens, a ginecomastia. Definida como o aumento de tecido mamário em homens, pode ser de dois tipos, a verdadeira, em que o aumento das mamas se dá devido a proliferação do tecido glandular, e a pseudoginecomastia, causando pelo acumulo de gordura.

Clinicamente notamos a feminilização da mama, que pode afetar um ou os dois lados. Isso afeta psicologicamente os adolescente e adultos jovens, que evitam frequentar locais em que exponham a condição, como piscinas, praias, atividades físicas, entre outros. Por muitas vezes esses indivíduos optam por roupas largas e uso de mais de 1 peça de camisa afim de disfarçar a proeminência torácica. As consequências psicológicas são enormes, com baixa autoestima, perda da auto confiança e isolamento social.

A ginecomastia é dividida em 4 graus ou estágios, sendo o primeiro devido a pequeno aumento de glândula mamária e o ultimo o excesso glandular, gorduroso e de pele.

As causas são as mais diversas, como uso de anabolizantes (bombas) para crescimento muscular, medicações diversas, cirrose hepática, câncer de testículos, entre outras. No entanto a maioria dos casos é idiopática, ou seja, sem causa definida. É sempre importante procurar um médico para investigação clinica antes de realizar o tratamento.

O tratamento consiste em afastar o fator causador, caso seja possível defini-lo. Entretanto muitas vezes isso não permite o restabelecimento da anatomia normal, sendo assim indicada a cirurgia plástica. A cirurgia proposta depende do grau de acometimento, podendo ser realizada retirada do excesso gorduroso através de lipoaspiração e complementada com a retirada cirúrgica da glândula mamaria. As cicatrizes são poucos perceptíveis e bastante discretas.

Em graus mais avançados é necessária a realização de mamoplastia, com retirada da gordura, glândula e excesso de pele, promovendo cicatrizes maiores. A recuperação é tranquila, com rápida volta as atividades habituais. Não há necessidade de internação hospitalar.

Conhece alguém que possa ter esse problema? Converse e convença-o a procurar ajudar.

Preciso trocar minhas próteses após 10 anos? Essa pergunta é frequente nas consultas antes da cirurgia de implante mamário e as vezes até depois da mulher já estar com as próteses. E a resposta é bem direta, não!

Acontece que antigamente devido as técnicas cirúrgicas e próteses mamárias por volta do período de 10 anos após a cirurgia era comum acontecer a contratura capsular, o que obrigava a troca do silicone. Ao inserir próteses ou implantes corporais o organismo produz uma membrana, um tipo de película que reveste a prótese para proteger o corpo dessa possível ameaça. Com o passar do tempo essa cápsula pode ficar mais espessa e dura causando a deformação do implante de silicone.

Visualmente as mamas se tornam mais “bola”, com os limites do implante visíveis. Ao toque elas ficam mais duras e petrificadas podendo causar desconforto e dor. Esse fenômeno é chamado de contratura capsular.

Quando isso ocorre é necessário realizar a retirada da capsula e substituição das próteses de silicone, com o risco de ruptura das mesmas. Felizmente atualmente os implantes possuem tecnologias para driblar essa resposta do organismo, que juntamente com modificações na técnica cirúrgica resultam em índices de contratura menor que 10% em 10 anos. Isso não significa que o silicone é vitalício, mas sim que a necessidade de troca é menos provável e mais tardia.

Cabe ao cirurgião escolher empresas que produzam material de boa qualidade e segurança além de utilizar os protocolos cirúrgicos para minimizar a ocorrência da contratura, como uso de antibióticos adequados, higiene correta, materiais e técnicas que comprovadamente reduzem essa complicação. E ao paciente é fundamental respeitar as orientações pós-operatórias e manter seguimento médico. Caso detectada precocemente a contratura pode ser inibida ou revertida.

Em suma a ideia de que as próteses de silicone precisam ser trocadas após 10 anos é mito, assim como a propaganda de que os novos implantes são vitalícios.

 

 

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Profissionais Qualificados

Dr. Bruno de Paula e Silva Felici de Souza

Cirurgião Plástico | CRM 135.285 • RQE 65.161

Formado pela PUC Campinas; Especialista em Cirurgia Plástica pelo MEC e AMB; Residência em Cirurgia Geral na PUC-CAMPINAS de no período de 2010 a 2012; Residência em Cirurgia Plástica na PUC-CAMPINAS no período de 2012 a 2015; Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica; Realiza Cirurgias e Procedimentos Estéticos e Reparadores.

Dra. Marina Xavier Pisani de Souza

Cirurgiã Dentista

Cirurgiã Dentista pela USP Ribeirão Preto; Especialista em Prótese Dentária com Mestrado (USP Ribeirão Preto); Doutorado em Reabilitação Oral (Universidade Mcgill, Canadá); Pós-Doutorado em Odontologia (UNICAMP); Atuação em Clínica, Ensino e Pesquisa na Área Odontológica e Autora de Diversos Artigos Publicados em Importantes Periódicos Nacionais e Internacionais.

Dr. Rafael de Souza

Otorrinolaringologista

Formado em Medicina pela Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto). Especialista em Medicina do Trabalho pela Famerp, residência em Otorrinolaringologia pela Famerp, especialista em Rinologia e VideoCirurgia Nasal pela EPM/Unifesp. Rafael trouxe a técnica de vídeo para as cirurgias de otorrino e exame endoscópico de nariz e garganta, atuando também em ronco e apneia, com tratamento clínico e cirúrgico.

Dra. Marina Pizani Molina de Souza

Geriatra

Faculdade de Medicina Universidade São Francisco (Bragança Paulista); Especialista na Área de Geriatria e Gerontologia pela Faculdade IBCMED (São Paulo); Atua nas Áreas de Clínica Médica e Geriatria.

Dr. Carlos Alberto de Souza

Otorrinolaringologista

Formado pela FAMEMA (Faculdade de Medicina de Marília) com Residência Médica na Policlínica Geral do Rio de Janeiro e Título de Especialista pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervico Facial.

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